terça-feira, 21 de novembro de 2006
Nova forma de propaganda.
segunda-feira, 20 de novembro de 2006
Centralização

sexta-feira, 17 de novembro de 2006
TOM CLEBER

Coariense é conhecido nos shows como um povo que não participa incentivando os artistas.
Na última terça-feira, dia 14 do corrente mês, aconteceu um show espetacular que nem os organizadores tinham idéia do tamanho da lotação, visto a cerveja ter acabado cedo, e cerveja quente é sinônimo de bar vazio e o Xamego Dela continuou lotado.
A noite correu tranquila, apareceu alguns mal educados que ficavam na frente das mesas. No restante, o show aconteceu dentro da maior paz e animação, como esperado de um povo educado e participativo.
Mesmo sem expressão corporal de símbolos sexuais das novelas globais, chamava a atenção pela voz, como esperávamos. Pagamos para ouvir/ver um cantor de verdade.
Num certo momento, olhei para trás e vi o Xamego Dela todo tomado por cantores que aplaudiam em pé o Tm Cleber.
Coari participou do show.
O cara canta muito.
quinta-feira, 16 de novembro de 2006
Hábito Religioso

terça-feira, 14 de novembro de 2006
Destruição do Planeta
A vida na terra está se tornando insustentável. Um dos princípios que rege a destruição do planeta está na falta de controle populacional, onde superlotamos o planeta com seres humanos, acabando com os recursos naturais existentes em nosso meio ambiente. segunda-feira, 13 de novembro de 2006
Assembléia de Deus
Na pessoa do Pastor Queiroz e de todos os organizadores da igreja, queremos parabenizá-los pelo ótimo trabalho que vem realizando com os jovens de coari.
É respeitável o trabalho desta narureza, pois enquanto muitos jovens estão usando drogas e se prostituindo, a Assembléia de deus arrasta centenas de jovens para passar o final de semana na Vila Peniel, estudando a bíblia e discutindo seus problemas, aprendendo a encarar a realidade com uma atitude consciente.

Lembrei do Padre Jackson que uma vez nos esperou de uma festa no Tijuca e nos fez caminhar pela cidade cantando, amanhecendo na Catedral, louvando a Deus com músicas jovens.
Padre de atitude...
domingo, 12 de novembro de 2006
Programas Sociais

Comentário Anônimo
11/09/2006 8:25 PM
terça-feira, 7 de novembro de 2006
Dia de Todos os Mortos
Nasce desta frustração a necessidade de tornar-se eterno. Primeiramente põe suas esperanças na procriação, eternizando suas características genéticas. Enquanto a mulher era responsável pela seleção natural, o homem, a força, a forçava a manter relações só com um parceiro, nascendo a monogamia, pois necessitava ter a certeza de que a prole que estava criando carregava realmente sua descendência genética.
Outra saída na luta contra a morte foi a criação do "céu", onde mesmo que seu corpo não agüentasse, a sua alma iria ter vida eterna. Passou a pensar que a morte não era o final e sim o início de uma nova vida.
O culto aos mortos nasceu de uma necessidade religiosa, onde o criador iria ressuscitar o ser humano para uma vida eterna. Depois de cerca de mil anos de comemoração, o dia de finados passou para um patamar além da religião, fazendo parte das paixões do ser humano, da necessidade de homenagear um ente querido que se foi para uma "vida melhor", retirando o peso da perda, resguardando as lembranças boas que não podem ir também.
segunda-feira, 6 de novembro de 2006
Dia de Todos os Santos
Dentro do quadro mundial, não conseguimos realizar ações que visem o bem comum. No entanto, tentamos nos agarrar em um ser supremo, desejando a nossa imortalidade. Algumas pessoas nos realizam em nossas vontades, são pessoas que tentaram ficar o mais próximo possível do absoluto. Essas pessoas são lembradas por realizarem ações conforme os padrões cristãos que almejamos seguir e não conseguimos.
Além disso, pretendemos continuar com fé em Deus e como não conseguimos, nos sentimos realizados com as ações dos outros. A eternização de nossa fé encontra-se nos Santos, que por ventura estão ajudando o criador na manutenção de sua criação, intervindo por nós quando necessitamos.
Homenagear nossos representantes (os Santos) é absolutamente necessário para a manutenção da fé humana.
quarta-feira, 1 de novembro de 2006
História da Bíblia

200 a.C.: Conclusão das primeiras versões da septuaginta, cópia da bíblia judaica, geralmente em tradução para o grego.
100 a.C.: Reunião dos manuscritos em grego que englobam os 27 livros do Novo Testamento.
367 d. C.: Atanásio, bispo de Alexandria, escreve carta pastoral às igrejas sob sua jurisdição em que se refere aos 27 livros como o Novo Testamento.
Final do Século 4: A pedido do papa Dâmaso, o maior especialista bíblico da época, Jerônimo produz a tradução para o latim do Novo Testamento, a chamada Bíblia Vulgata, usada pelos cristãos, pesquisadores e teólogos nos séculos seguintes.
1456: Recém-criada por Johann Gutemberg, a imprensa é utilizada para rodar a sua primeira grande obra: a Bíblia Sagrada.
1514: O Novo Testamento grego é impresso, mas essa primeira versão só seria publicada em 1522. A iniciativa fazia parte de uma Bíblia poliglota, planejada em 1502 pelo cardeal primado espanhol Ximenes de Cisneros.
1516: Produzido pelo humanista holandês Desidério Erasmo, o Novo Testamento impresso é finalmente publicado.
1645: O ministro da igreja João Ferreira de Almeida conduz a tradução do Novo Testamento para o português, mas ela só seria publicada em 1681, em Amsterdã.
1689: O francês Richard Simon lança a obra "Uma História Crítica do Texto do Novo Testamento", pontapé inicial da chamada crítica textual.
1966: Após dez anos de investigação a cargo de um comitê internacional, cinco sociedades bíblicas compilam e publicam uma edição do Novo Testamento grego. Os trabalhos revelam diferenças significativas em mais de 600 passagens da Bíblia.
* Texto copiado na íntegra da Revista Galileu - outubro/2006: Editora Globo.
terça-feira, 31 de outubro de 2006
Obra: VIDAS SECAS
A história inicia-se em 1940 com uma família pobre do sertão nordestino em busca e um lugar para sobreviver. Exaustos, o chefe da família Fabiano, sua mulher Vitória, seus dois filhos e o cachorro Baleia encontram uma casa e passam a noite, já que ela estava aparentemente abandonada.
De repente chega o dono da fazenda. Fabiano implora trabalho e acaba ficando na fazenda. Um ano depois, já era empregado da fazenda cuidando dos animais como vaqueiro, porém não recebia o salário suficiente por todo trabalho árduo que realizava.
Indo a cidade, Fabiano e a família vão a uma festa regional e Fabiano a convite de um soldado vai jogar baralho, apostando todo o seu salário e no momento que percebeu que estava perdendo saiu do jogo e foi abordado pelo soldado ocorrendo uma discussão entre eles. Foi preso, deixando a mulher dormir ao relento. O padre o libertou.
O tempo passou e a família foi ficando cada vez mais pobre, pois Fabiano gastava todo o seu salário no jogo, e a mulher se revoltou. A seca castigava cada vez mais os animais e Vitória quis fugir da fazenda.
Por fim, Fabiano e família saem em retirada e o sertão continuaria a mandar para a cidade homens fortes, brutos como Fabiano, sinhá Vitória e os meninos.
segunda-feira, 30 de outubro de 2006
Lula Bis
Dentre todas as discussões sobre o sistema democrático, a mais importante é saber ou não votar. Alguns defendem que os ricos fazem à escolha por todos. Outros defendem que conforme a sua cultura, o povo sabe votar.O medo de mudanças bruscas é um dos fatores na manutenção num 2º. mandato tanto de Fernando Henrique quanto de Lula.
Uma segunda chance está sendo dada ao PT (Partido dos Trabalhadores), ora sendo representado pelo Lula, atual presidente. Mesmo sendo humano, o PT não pode cometer erros tão banais, participando de escândalos, trazendo à tona uma realidade política que ninguém quer saber e quando sabe, fingimos ignorância.
Por menos, Collor de Melo foi exonerado e o Lula finge não saber os acontecimentos do seu governo, sua administração. A segunda chance chegou, ou param de fazer besteiras ou não participarão de nenhuma mudança no Brasil, continuando as mesmices de sempre.
Tantas esperanças depositadas no PT de Lula e nada acontecendo. Alguns avanços pequenos foram dados, mas falta muito para chegarmos a um patamar social respeitável.
Errar é humano e errar uma vez é engano, mas permanecer no erro é burrice ou consciência de se está errando e continuar feliz no erro.
O Resgate

Aparece inusitadamente, às 8h30min, na academia Bad Boy, o Doca com uma cobra jibóia de 2 metros de comprimento por 25 cm de circunferência, encontrada na Plínio Coelho, no bairro de Chagas Aguiar.

Preocupado com o bem-estar da cobra e com a fauna, o Doca ligou para a Secretaria do Meio Ambiente e dentro de 15 minutos a jibóia estava sendo escoltada pelo Secretário Alvimar Monteiro e levada para a mata, atrás do aeroporto.
A atitude dos Srs. Doca e Alvimar deveria ser copiada por todos nós.
Outras pessoas teriam matado a gibóia pelo medo de qualquer cobra.
Tomemos como exemplo de cidadania.
domingo, 29 de outubro de 2006
Salário
Em Manaus, precisamente na Câmara dos Vereadores, existe o 14º. salário, apelidado de “auxílio-paletó”, pago no mês de janeiro.
Agora, apareceu uma novidade, a criação de um Projeto de Lei 226/2006, que dispõe sobre a alteração do Art. 7º. da Lei Ordinária 127/2004, acrescentado a palavra dezembro à lei. Com isso, os vereadores vão receber mais um salário, o 15º. salário, este novo vai sair no mês de dezembro, junto com o 13º.
Resumindo, não dar para se determinar um salário compatível com a função de vereador ao invés de ficar burlando as leis, achando e/ou criando “brechas” para benefício próprio?
Contas: 1. Salário: 12 meses X R$ 7.200,00 = 86.400,00
2. 13º. : 7.200,00
3. 14º. : 7.200,00
4. 15º. : 7.200,00
Total: 1. Pelo Trabalho: 86.400,00
2. Abonos: 21.600,00
Tot: 108.000,00
Obs: A Câmara Municipal de Manaus suspende o pagamento de férias dos funcionários.(*). Deve ser para economizar o dinheiro para o pagamento dos vereadores.
(*) Diário do Amazonas – 27/10/2006
(*) A Crítica – 29/10/2006
sábado, 28 de outubro de 2006
Livro: Amor de Perdição
É uma novela romântica inspirada em Romeu e Julieta, de Shakespeare.
Simão Botelho e Teresa de Albuquerque estão enamorados, mas suas famílias fazem da separação de ambos uma questão de honra. Simão é levado para Lisboa e Teresa é presa em um convento por não aceitar o casamento com Baltazar Coutinho, um fidalgo. Simão retorna de Viseu, local onde ocorre o romance, decidido a resgatar Tereza do convento. Escondido na casa de um ferrador, pois sua família não aceita o romance, Simão tem a proteção da filha do proprietário da casa, Mariana, que acaba se apaixonando por ele. Mariana, mesmo apaixonada, ajuda na correspondência entre Simão e Teresa. Teresa é destinada a outro convento e na hora da mudança tenta se encontrar com Simão. Neste momento, ocorre o assassinato de Baltazar que encontrando com Simão decide convidá-lo para um duelo. Simão atira e mata Baltazar que morre aos pés de Teresa. Simão é preso na cadeia da Revelação, no Porto. Teresa vai para o convento de Monchique, também no Porto. Domingos Botelho, pai de Simão, não ajudava o filho, mas muda de idéia e consegue uma comutação da pena e o degredo para as índias. Mariana, apaixonadamente, também decide ir para as índias. Quando Teresa vê a passagem de navio morre e Simão sabendo da morte da amada também morre no navio. Na hora de jogar o corpo de Simão no mar, Mariana acaba agarrando o cadáver e morre junto com o corpo.
Pirataria
Estamos incluídos nos 93% dos 42% dos brasileiros que compram produtos piratas e estes 93% são atraídos pelos preços mais baixos.
A carga tributária é um dos principais entraves para facilitar a venda de produtos piratas, pois quem paga impostos, paga muiiiiitos impostos, encarecendo os produtos.
Uma revisão tributária se faz necessária, se não os nossos artistas ficarão a ver navios.
sexta-feira, 27 de outubro de 2006
Fantasmas
Quando adulto, fui conhecer um senhor que era "cavalo" de um espírito e este espírito previa o futuro e descobria as causas de nosso atraso na vida. As velas que ele acendia não lagrimavam e ele tomava muita cerveja e não ficava bêbado e nem urinava.
Falava para todos que o atraso de vida era sempre culpa de uma mulher que colocava "trabalhos" na pessoa. O engano dele comigo foi dizer que a minha primeira namorada foi quem fez o trabalho. A Lilian, minha mulher hoje, foi minha primeira namorada e mulher, desmascarando-o.
Hoje, li uma reportagem na revista ISTO É de 13/10/2006 e uma médico chamado Blanke descobriu uma área no cérebro, por acidente, que projeta imagens e/ou fantasmas que explicaria o que os médiuns vêem. Estes fenômenos paranormais e extra-sensoriais foram reproduzidos em laboratório e Blanke quer saber quais são as zonas do cérebro responsáveis pela crença humana.
Chegaremos lá, explicaremos esses adventos de uma forma racional e não recorrendo tudo a "deus", "demônio" ou a crença infantil do ser humano.
quinta-feira, 26 de outubro de 2006
Evangelho de Maria Madalena
quarta-feira, 25 de outubro de 2006
Continua Lula
terça-feira, 24 de outubro de 2006
Gasoduto Coari-Manaus
Ecologia
quinta-feira, 19 de outubro de 2006
A Reivindicação das mulheres
"Primeiro: queremos mestruar a cada seis meses em vez de todo mês”. São Pedro anota o primeiro pedido. "Segundo: queremos ficar grávidas só por três meses porque nove meses é muita coisa!”. São Pedro anota o segundo pedido e fala: "E qual é o terceiro?" “Terceiro: queremos que o pênis seja mais bonito porque realmente é horrível" São Pedro anota tudo e fala para se reunirem em 1 mês para dar as respostas de Deus. Um mês depois todos voltam a se reunir. São Pedro começa o discurso:
“O pedido nº 1 foi aceito parcialmente, vocês vão mestruar a cada quatro meses, porque o pedido de seis meses é muito longo e isso alteraria o objetivo da Criação...”.
"O pedido nº 2 também foi aceito só parcialmente. A gravidez será de seis meses porque três meses é muito pouco. Isso alteraria o objetivo da Criação...
As mulheres começaram a berrar e reclamar:
“Por que, Senhor?”.
São Pedro responde: .
“Porque se feio, peludo e desajeitado vocês chupam, lambem, alisam e sentam em cima, se fosse bonito vocês iriam comer! E isso definitivamente alteraria os objetivos da Criação”.
Comentário no Blog
Oi, Louro!
Esse eu não podia deixar de comentar. Afinal, não é só o Sr. Dimas que lembra, não? Esqueceu que eu sempre fui vizinha dele a vida toda?!Também lembro muito bem quando o Boi do Sr. Ioiô vinha dançar em frente à casa do Sr. Dimas, embaixo da árvore de flamboyant que até hoje existe. Nunca esqueço deste tempo. Aliás, de toda a minha infância que foi muito bem vivida. E uma das coisas inesquecíveis era esta época de festa junina que tinha o Boi do Sr. Ioiô. Lembro muito bem que o vovô (Sr. Alvelos Dantas) juntamente com o Sr. Dimas, tio Jacó e outros chamavam o Prata Fina pra brincar aqui em frente e tinham que colocar dinheiro na língua do Boi. E esta "língua", lembro como se fosse hoje, era uma caixa de tubo de linha de costura que eles abriam e quem convocava o boi e tinha "cacife" colocava o pagamento dentro da "língua".
Valeu a lembrança...
quarta-feira, 18 de outubro de 2006
Ditadura
"A América Latina é marcada pelas ditaduras, o sistema está acima de tudo, um cidadão, não pode contrariar o governo, se ele contrariar será punido com rigor. Na escola do mesmo modo os alunos tem que seguir muitas regras como: fardamento, fazer filas, ser obediente a uma pessoa, que muitas vezes está errada, mas os alunos não podem ir contra essa pessoa. O aluno fica submisso a muitas regras. Como os alunos devem buscar a sua liberdade? Essa é uma pergunta que muitos querem obter a resposta.
No meu ponto de vista como aluna da rede pública de ensino, o único modo é a união da classe estudantil, os alunos devem organizar-se, fazendo associações para que juntos os alunos busquem a sua tão sonhada liberdade, pois, se o aluno for através de seus direitos, ele será repreendido e consequentemente até expulso da escola. Pelo que podemos notar esse quadro vai custar a mudar, devido ao sistema que impõe todas as regras".
Texto copiado na íntegra de uma aluna do 1o B da Escola Estadual João Vieira.
Obs: Como atividade, cada aluno tinha que entregar 10 textos com temas pré-discutidos em sala de aula e tinham prazos deteminados.
terça-feira, 17 de outubro de 2006
Festa Junina em Coari
Havia apenas uma agremiação - BOI PRATA FINA - comandado pelo Sr. Ioiô, residente na Rua 05 de setembro, conhecida como Rua Nova.
Ele confeccionava o boi, fazia os ensaios em sua casa e comandava as apresentações na frente das casas dos habitantes mais ilustres da cidade.
Todo ano o amo do boi era o Sr. Ioiô, o chefe dos índios era o Sr. Guariba que trabalhava na oficina mecânica do Sr. Wilson Cavalcante e o tripa era o Sr. Jonas, filho do Sr. Ioiô.
As crianças vibravam com a festa, entretanto, tinham muito medo, pois os personagens Catirina e Cazumbá, devidamente mascarados, corriam atrás da garotada para cheirarem o trazeiro do boi e qual a criança que não ficava apavorada pela possibilidade de ser levada pelos mascarados para cheirar parte tão íntima do boi?
Nota: As pessoas antigas de Coari sabem perfeitamente dessas histórias. O Sr. Dimas Teles Rodrigues, tabelião em Coari nesta época, hoje com 89 anos, confirma a história.
Fonte: Edilson Matos Cavalcante.
segunda-feira, 16 de outubro de 2006
Terra de Icamiabas
O livro foi primeiramente publicado em 1932 com o título "Amazônia que ninguém sabe". Em sua revisão, em 1934, ganhou o título definitivo: "Terra de Icamiaba".
Abguar denuncia a exploração a Amazônia por estrangeiros que vem enriquecer como regatões, enganando os ribeirinhos. Bepe, o herói, acredita numa Amazônia revolucionária.
O romance começa com uma descrição lírico-poética do lago do Badajós.
A família do herói Bepe foge da seca do Ceará, instalando-se no interior. O romance acontece na época do governo de Getúlio Vargas e da decadência da exploração da borracha, onde Bepe paga as contas do pai junto ao regatão e recupera as suas terras. Convoca o povo para uma revolução contra o mando dos estrangeiros, os famosos regatões, mas o confronto com os soldados o fez fugir para a terra prometida, a Terra de Icamiabas, onde assim como as guerreiras lendárias, viveriam em paz e harmonia, com justiça social.
INTERESSANTE
Moral da história: A população não acredita nas nossas entidades e não tem noção do perigo. O dono da embarcação não tem nenhum compromisso com a segurança de seus clientes, que mantêm o seu negócio funcionando.
Não temos consciência de nada.
domingo, 15 de outubro de 2006
OPOSIÇÃO
Vejo pessoas que antes lutavam pelo PT, lutando pelo Amazonino e a turma do FHC.
Autodenominassem-se inelectuais e passavam a idéia de que: quem votava no Lula era inteligente e esperto.
Hoje, com tantas denúncias e comprovações de roubos, nossos heróis estão apoiando a turma do Lula e do Amazonino. Estão sem perspectivas, os bonzinhos da história também são ladrões iguais aos outros.
Que pena, mas perdemos todas as esperanças em mudar o Brasil, transformando-o em um verdadeiro país.
Zona Franca e o debate presidencial
sábado, 14 de outubro de 2006
RESUMO
Autor: João Guimarães Rosa.
O conto Meu Tio, O Iauaretê pertence à obra "Estas Estórias", publicada em 1969. O conto é narrado em primeira pessoa, o narrador é o próprio herói, que narra suas aventuras a um interlector que veio visitá-lo.
Sendo fiel a fala do sertanejo, Guimarães Rosa conta as aventuras de Tonho Tigreiro, homem contratado para matar onças que pertubavam toda a região e neste ofício, Tonho se envolve com uma onça, Maria Maria, por quem se apaixona e a partir desta relação pára de matar onças, afirmando que elas são suas parentas e começa a protegê-las, matando alguns seres humanos.
Conta toda a sua história para o visitante que no final o mata, atirando de revólver.
sexta-feira, 13 de outubro de 2006
FILOSOFIA
O ser humano sempre teve vontade de manipular não só a natureza como também o conhecimento divino, explicar tudo que o rodeia.
Depois de tentar explicar por crenças mítico-religiosas, o homem consegue tornar-se um ser pensante, descobrindo a filosofia, matéria que incluía todos os conhecimentos científicos da época.
A Filosofia ganha seu espaço no pensamento humano.
quinta-feira, 12 de outubro de 2006
Compras do Presidente LULA
Leiam também, está no "Diário do Archipo" no endereço www.coari.blogspot.com
IBAMA e Secretaria do Meio Ambiente
Verifiquei que tanto a Secretaria de Meio Ambiente quanto o IBAMA só funcionam para fiscalizar, coagindo a população apreendendo todo material e produção, principalmente dos pescadores, isso aparece mais como trabalho para a população.
Exemplo disto está na fiscalização dos vendedores de peixe na ponte que liga o Centro a Chagas Aguiar. Não fazem à fiscalização preventiva, vivem apreendendo toda a produção dos pescadores.
Grande vantagem para esses órgãos, pois ficam com a imagem na lama. E acham que estão fazendo um bem para a sociedade.
quarta-feira, 11 de outubro de 2006
CRIACIONISMO
"Há muitos aspectos do universo que ainda não podem ser explicados satisfatoriamente pela ciência, mas a ignorância implica apenas que a ignorância um dia será conquistada. Render-se a ignorância e chamá-la de Deus tem sido sempre prematuro, e permanece prematuro até hoje".*
Há uma necessidade cultural de acreditar que para toda criação há um criador, isto justifica a evolução da idéia de Deus na mente humana, para justificar o que está enraizado em nossa mente, os intelectuais imaginam Deus como uma forma de energia, um Deus humanizado, etc.
A influência da igreja em nossas vidas é sentida em casa, nos jornais, na TV, na política, nas nossas leis, nas escolas e até nos feriados.
Se esta tendência se confirmar, estaremos retornando à época das cavernas, onde não poderemos explorar a ciência e idéias novas porque vai ser pecado para com um Deus autoritário, pois não aceita que ninguém viva fora de seus padrões, prejudicando e/ou atrasando a evolução natural do pensamento humano.
Só para lembrar, alguns "crentes" não acreditam que o homem foi à lua, acham que é uma armação.
Sinceramente, não consigo assimilar que um teólogo aceite tais padrões impostos pelas religiões.
E a teologia da Libertação?
Foi camuflada pela Igreja Católica.
Sacanagem.
* A Ameaça do Criacionismo - Isaac Asimov.
segunda-feira, 9 de outubro de 2006
Mário de Sá-Carneiro
Dispersão
Perdi-me dentro de mim
Porque eu era labirinto,
E hoje, quando me sinto,
É com saudades de mim.
Regresso dentro de mim
Mas nada me fala, nada!
Tenho a alma amortalhada,
Sequinha, dentro de mim.
domingo, 8 de outubro de 2006
Leis de Coari
Rio Amazonas
O Rio Amazonas provoca nos caboclos amazônicos uma sensação de amizade sem fim. No entanto, o homem consegue destruir esta amizade, como consegue destruir tudo ao seu redor. Ainda bem que somos seres pensantes e na maior dificuldade, talvez consigamos romper com esta ganância que provoca tanta destruição.
Dois pensamentos me intrigam:
Todo o ano o rio enche e seca,
Todo ano estragamos peixe.
Tá certo que a seca nestes últimos anos está deixando muito mais caboclos na miséria e na época da fartura continuamos jogando toneladas de peixe no lixo.
Qualquer investimento simples de congelamento de peixes na época da fartura em todo o Amazonas trará benefícios empregatícios para muitas famílias e este peixe congelado seria distribuído quando chegasse a vazante muito forte, não deixando muita gente passar fome.
Este investimento seria uma das soluções viáveis.
sábado, 7 de outubro de 2006
RESUMO
Autor: Camilo Castelo Branco.
É uma novela romântica inspirada em Romeu e Julieta, de Shakespeare.
Simão Botelho e Teresa de Albuquerque estão enamorados, mas suas famílias fazem da separação de ambos uma questão de honra. Simão é levado para Lisboa e Teresa é presa em um convento por não aceitar o casamento com Baltazar Coutinho, um fidalgo. Simão retorna de Viseu, local onde ocorre o romance decidido a resgatar Tereza do convento. Escondido na casa de um ferrador, pois sua família não aceita o romance, Simão tem a proteção da filha do proprietário da casa, Mariana, que acaba se apaixonando por ele. Mariana, mesmo apaixonada, ajuda na correspondência entre Simão e Teresa. Teresa é destinada a outro convento e na hora da mudança tenta se encontrar com Simão. Neste momento, ocorre o assassinato de Baltazar que encontrando com Simão decide convidá-lo para um duelo. Simão atira e mata Baltazar que morre aos pés de Teresa. Simão é preso na cadeia da Revelação, no Porto. Teresa vai para o convento de Monchique, também no Porto. Domingos Botelho, pai de Simão, não ajudava o filho, mas muda de idéia e consegue uma comutação da pena e o degredo para as índias. Mariana, apaixonadamente, também decide ir para as índias. Quando Teresa vê a passagem de navio morre e Simão sabendo da morte da amada também morre no navio. Na hora de jogar o corpo de Simão no mar, Mariana acaba agarrando o cadáver e morre junto com o corpo.
Lógica
Cá com meus botões, fico imaginando no termo lógica que é desconhecido para essas pessoas quando se trata de Deus.
Martin Lutero fixou 95 teses que discordava da igreja Católica e começou neste momento as mudanças tão respeitadas pelo protestantismo.
A Bíblia foi manipulada pela igreja católica por mais ou menos 1.500 anos até aparecer Lutero como salvador da pátria. Ninguém imagina que ela pode ter sido mudada e deixado de ser a palavra de Deus ou Deus escreve certo por linhas tortas como eles acreditam.
E a lógica, nestas horas, vai por ladeira da CAR abaixo.
sexta-feira, 6 de outubro de 2006
CURIOSIDADES: COARI IV
Exportação:
Borracha fina 146.414 kg
Sernambi 9.675 kg
Castanha 33.013 kg
Cacau 12.087 kg
Fonte: Anisio Jobim: Dados Descritivos do Município de Coari
quinta-feira, 5 de outubro de 2006
quarta-feira, 4 de outubro de 2006
Internacionalização da Amazônia
"A Amazônia vem sendo predada há milhares de anos, mas tem resistido devido à força e à determinação de seus donos, nós, os brasileiros. Portanto é inadmissível que o governo inglês, que tanto mal causou a região ao roubar a borracha no primeiro e mais escandaloso ato de biopirataria da história mundial, venha agora fazer propostas mirabolantes de privatização e que envolvam a quebra da soberania brasileira sobre esse território.
Não se admite que um país que rebaixou o rio que cruza sua capital, o Tâmisa, à categoria de esgoto vir agora querer ensinar como nós, os brasileiros, devemos tratar a Amazônia. Não se admite que um povo predador, que bancou corsários, piratas disfarçados de patriotas, que escravizou negros, que oprimiu suas colônias, venha agora arvorar-se a soberano da racionalidade ambiental. Não, basta de ataques à soberania brasileira sobre a Amazônia, esse rico e diverso território brasileiro, verde e amarelo como nossa bandeira.
Nesse sentido, os ingleses de agora vêm repetir ladainhas já empunhadas por outras personalidades tenebrosas de tempos diferentes. No livro ‘Mein Kampf’ (minha luta) Adolf Hitler já demonstrava ter olhos languidos para essa região. O ex-presidente francês François Mitterand também andou arrastando suas asas de conquistador barato para a região com proposta semelhante à da privatização inglesa. O ex-vice-presidente americano Al Gore também tinha idéias semelhantes. A todos eles, no tempo correto, a sociedade brasileira mostrou que a Amazônia é brasileira e ninguém tasca. Devemos, portanto, repudiar mais essa tentativa, que começa tímida, com uma frase solta, num jornal qualquer, mas que, certamente, por trás existe um plano sórdido de conquista. Foi assim que aconteceu com o Iraque, que de parceiro dos poderosos de uma hora para outra - a despeito da sanha sanguinária de seu ditador - virou o grande satã e Saddam Hussein foi arrancado do poder numa guerra suja, que hoje sabemos não ter tido os motivos alegados à época.
O governo brasileiro deve repudiar oficialmente tal proposta. As organizações não-governamentais brasileiras também devem denunciar o caso. Não devemos esperar por ONGs estrangeiras, pois delas, assim como na missa, não sabemos um terço."
terça-feira, 3 de outubro de 2006
Pênaltis
Um tipo de esporte muito praticado no nosso interior e que chegou pra ficar também na cidade é a disputa de pênaltis, como eles chamam de futebol de bola parada e passam o final de semana todo disputando. O premio, na maioria das vezes, é um garrote, que é muito gabado quando é ganho.Esporte que une as comunidades do nosso querido interior, divertindo as famílias que vivem isoladas.
O interessante é que eles viajam muito para disputarem em outras comunidades.
Bem perto da UEA acontece esta disputa aqui em Coari.
segunda-feira, 2 de outubro de 2006
Candidatos de Coari
DEPUTADO ESTADUAL:
LOBO: 7375 votos
MITOUSO: 7232 votos
RODRIGO: 5867 votos
ROMÃO: 222 votos
TOTAL:
LOBO: 11966 votos
RODRIGO: 9333 votos
MITOUSO: 8230 votos
quarta-feira, 27 de setembro de 2006
Credibilidade
segunda-feira, 25 de setembro de 2006
Curiosidades: COARI III
Leitura Obrigatória: Homero
sexta-feira, 22 de setembro de 2006
Curiosidades: COARI II
- Irijus
- Catauixis
- Jumas
- Jurimaus
- Passés
- Purus
- Solimões
- Uamaris
- Uaupés
Fonte: Panoramas Amazônicos: Coary - Anísio Jobim.
"Senhora"
quarta-feira, 20 de setembro de 2006
Curiosidades: COARI
O historiador Rocha Pombo fala que solimões veio de Salomão ou Solimon, tribo que existia a oeste da Província do Pará.
Fonte: Panoramas Amazônicos; Coary - de Anisio Jobim.
domingo, 17 de setembro de 2006
Vergonha
quinta-feira, 14 de setembro de 2006
O Sonho Acabou
domingo, 10 de setembro de 2006
Rio Preto da Eva

Nâo conseguir saber dos moradores a verdadeira história do nome da cidade, mas fiquei alegre pela recepçao que tivemos lá. Um tratamento com iguarias da nossa região. Um pequeno rio sendo explorado para o turismo de uma maneira sustentável.
Sentindo-me Mal
quinta-feira, 31 de agosto de 2006
Ciranda III
terça-feira, 29 de agosto de 2006
CIRANDA II
A relação entre criador (europeus) e a criatura (brasileiros) foi tremendamente assustadora:
- Faz-se um estudo detalhado sobre a região amazônica com coleta de materiais, buscando sempre o enrriquecimento. Pelos menos, a coleta de dados da Amazônia trouxe uma ajuda a Charles Darwin na formulação da Teoria da Evolução das Espécies.
- A borracha passa a ser um artigo essencial na evolução da tecnologia e, consequentemente, os portugueses montam uma estratégia simples, mas funcional. Trás o nordestino para se juntar ao índio amazônico, iniciando o processo de aculuramento forçado.
- O caboclo (índio) se revolta com a situação de escravos em que estavam inseridos. Esta não aceitação provocou uma matança desenfreada, dizimando tribos inteiras, colocando o caboclo amazonense no topo da lista de animais extintos...
Ciranda flor Matizada
A criatividade dos organizadores da ciranda "Flor Matizada" de Manacapuru nos proorciona uma reflexão no sentido de criarmos uma cultura tipicamente coariense em nosso festival.
Participamos dos bumbás Corre Campo e Rei Garantido, onde até os nomes foram copiados, tanto de Manaus quanto de Parintins. O boi bumbá não vingou, o seu ápice foi em 1993 com um repasse muito bom do governo municipal Odair.
Num segundo momento, implantamos as danças internacionais, onde coordenamos a Dança internacional Libanesa, que disputava com a "Cigana" e a "Dança Espanhola", não vingou como uma atração chamativa.
Hoje, vemos o crescimento da Ciranda.
Dentre estas tentativas, o Governo Municipal em toda a história, tem uma parcela de colaboração, por não ter investido com apoio financeiro e intelectual em um festival que cultue a criatividade nascida no berço de Coari.
Uma solução viável, é o apoio das quadrilhas luxos...
sábado, 15 de julho de 2006
João Cabral de Melo Neto
Neste Fragmento de “Morte e Vida Severina”, João Cabral mostra o funeral de um lavrador e sua ligação com a terra, fazendo uma crítica social, o nordestino sendo consumido para o nada...
Funeral do Lavrador
_ Essa cova em que estás,
com palmos medida,
é a conta menor
que tiraste em vida.
_ É de bom tamanho,
nem largo nem fundo,
é a parte que te cabe
deste latifúndio.
_ Não é cova grande,
é cova medida,
é a terra que querias
ver dividida.
_ É uma cova grande
para teu pouco defunto,
mas estarás mais ancho
que estavas no mundo.
_ É uma cova grande
para teu defunto parco,
porém mais que no mundo
te sentirás largo.
_ É uma cova grande
para tua carne pouca,
mas a terra dada
não se abre a boca.
_ Viverás, e para sempre,
na terra que aqui aforas:
e terás enfim tua roça.
_ Aí ficarás para sempre,
livre do sol e da chuva,
criando tuas saúvas.
_ Agora trabalharás
só para ti, não a meias,
como antes em terra alheia.
_ Trabalharás, uma terra
da qual, além de senhor,
serás homem de eito e trator.
_ Trabalhando nessa terra,
tu sozinho tudo empreitas:
serás semente, adubo e colheita.
_ Trabalharás numa terra
que também te abriga e te veste:
embora com o brim do nordeste.
_ Será de terra
tua derradeira camisa:
te veste, como nunca em vida.
_ Será de terra
e tua melhor camisa:
te veste e ninguém cobiça.
_ Terás de terra
completo agora o teu fato:
e pela primeira vez, sapato.
_ Como és homem,
a terra te dará chapéu:
fosses mulher, xale ou véu.
_ Tua roupa melhor
será de terra e não de fazenda:
não se rasga nem remenda.
_ Tua roupa melhor
e te ficará bem cingida:
como roupa feita à medida.
_ Esse chão te é bem conhecido
(bebeu teu suor vendido).
_ Esse chão te é bem conhecido
(bebeu o moço antigo).
_ Esse chão te é bem conhecido
(bebeu tua força de marido).
_ Desse chão és bem conhecido
(através de parentes e amigos).
_ Desse chão és bem conhecido
(vive com tua mulher, teus filhos).
_ Desse chão és bem conhecido
(te espera de recém-nascido).
Morte e Vida Severina - fragmento
quinta-feira, 13 de julho de 2006
Parabéns
domingo, 2 de julho de 2006
Felicidade e Infelicidade
Se eu pudesse trincar a terra toda
E sentir-lhe um paladar,
Seria mais feliz um momento...
Mas eu nem sempre quero ser feliz.
É preciso se de ver em quando infeliz
Para se poder ser natural...
Nem tudo é dias de sol,
E a chuva, quando falta muito, pede-se.
Por isso tomo a infelicidade com a felicidade
Naturalmente, como quem não estranha
Que haja montanhas e planícies
E que haja rochedos e erva...
O que é preciso é ser-se natural e calmo
Na felicidade ou na infelicidade,
Sentir como quem olha,
Pensar como quem anda,
E quando se vai morrer, lembrar-se de que o dia morre,
E que o poente é belo e é bela a noite que fica...
Assim é e assim seja...
sexta-feira, 30 de junho de 2006
Nietzsche´s Labyrinth
O tema que discorre é, numa sociedade cristã, difícil, não para ser aceito e sim e principalmente para ser discutido, pela nossa incoerência. Faz uma alusão aos Hiperbóreos, povo que segundo a crença grega, vivia em permanente felicidade, que nunca guerreava, adoecia ou envelhecia. No entanto, o povo europeu conheceu o cristianismo, com a referida promessa de um mundo parecido com o dos Hiperbóreos, tornando-se, conforme os ensinamentos, “A compaixão posta em prática em nome dos malogrados e dos fracos – o cristianismo...”.
Em sua proposição, o homem moderno perdeu a essência da luta pela vida, a busca do conhecimento para o bem-estar da humanidade e se transformou “num animal doméstico, o animal de rebanho, a doentia besta humana: o cristão...”
domingo, 18 de junho de 2006
sábado, 17 de junho de 2006
quarta-feira, 14 de junho de 2006
Aculturamento
sábado, 10 de junho de 2006
O Caminho da Humanidade

A visita do Presidente Luis Inácio Lula da Silva em nosso município para dar início às obras da construção do gasoduto Coari-Manaus nos trouxe um dilema:
Será.....
No passado, as religiões, principalmente a Católica, impediam a evolução natural do conhecimento científico e filosófico, discriminando e excomungando os grandes pensadores. Em nome de Deus e da salvação dificultava ao máximo a evolução intelectual da humanidade, com receio de prejudicar a "fé cristã".
Hoje, sentimos o mesmo acontecendo, como se o mundo fosse um grande aspiral, tudo voltando, acontecendo da mesma maneira.
O sistema capitalista e o mundo milionário do petróleo não deixam as descobertas tecnológicas, quanto a fonte de energia, seguirem seu curso normal. A maior fonte de energia, o sol, não é explorado, idéias de como usá-lo temos, se essas idéias se concretizarem acabaríamos com os investimentos altíssimos e as grandes guerras do petróleo, desequilibrando o sistema monetário internacional, derrubando o Capitalismo, como em 1929.
Um grande passo que o Presidente Lula deu aqui em Coari foi considerado um avanço para a humanidade e principalmente para a nossa comunidade de um povo que está super atrasado no seu próprio tempo, sem poder ser o sujeito da procura por uma vida melhor.
Não nos deixam caminhar...
sexta-feira, 9 de junho de 2006
Trovadorismo
Enquanto Deus me der vida,
viverei triste e coitada,
porque se foi meu amigo,
e disso fui a culpada,
pois me zanguei com ele
quando daqui se partia;
por Deus se agora voltasse,
muito alegre eu ficaria
E sei que andei muito mal
em zangar-me como fiz,
porque ele o não merecia
e se foi muito infeliz,
pois que me zanguei com ele
quando daqui se partia:
por Deus se agora voltasse,
muito alegre eu ficaria.
Certamente ele supõe
que comigo está perdido,
do contrário, voltaria,
porém, sente-se ofendido,
por que me zanguei com ele
quando daqui partia:
por Deus se agora voltasse,
muito alegre eu ficaria.
Juan Lopes D’Uchoa apud C. Berardinelli, op.cit.p. 65
segunda-feira, 5 de junho de 2006
Para Reflexâo
No fim da Idade Média, o crescente desprestígio da Igreja do Ocidente, mais interessada no próprio enriquecimento material do que na orientação espiritual dos fiéis; a progressiva secularização da vida social, imposta pelo humanismo renascentista; e a ignorância e o relaxamento moral do baixo clero favoreceram o desenvolvimento do grande cisma do Ocidente, registrado entre 1378 e 1417, e que teve entre suas principais causas a transferência da sede papal para a cidade francesa de Avignon e a eleição simultânea de dois e até de três pontífices. Uma angústia coletiva dominou todas as camadas sociais da época, inquietas com os abusos da Igreja, que exigia dos fiéis dízimos cada vez maiores e se enriqueciam progressivamente com a venda de cargos eclesiásticos. Bispos eram nomeados por razões políticas e os novos clérigos cobravam altos preços pelos seus serviços (indulgências), e nem sempre possuíam suficientes conhecimento de religião ou compreendiam os textos que recitavam. Com as rendas que auferiam, papas e bispos levavam uma vida de magnificência, enquanto os padres mais humildes, carentes de recursos, muitas vezes sustentavam suas paróquias com a instalação de tavernas, casas de jogo ou outros estabelecimentos lucrativos. Outros absurdos como a venda de objetos tidos como relíquias sagradas – por exemplo, lascas de madeira como sendo da cruz de Jesus Cristo – eram efetuados em profusão. Diante dessa situação alienante, pequenos grupos compostos por membros do clero e mesmo por leigos estudavam novas vias espirituais, preparando discretamente uma verdadeira reforma religiosa.
O Luteranismo na Alemanha
Na Alemanha, o frade agostiniano Martinho Lutero desenvolveu suas reflexões, criando a doutrina da justificação pela fé como único ponto de partida para aprofundar os ensinamentos que recebera. Segundo ele, "Deus não nos julga pelos pecados e pelas obras, mas pela nossa fé". Enquanto a concessão de indulgências como prática de devoção era entendida pelos cristãos como absolvição, a justificação pela fé defendida por Lutero não permitia atribuir valor às obras de caridade, opondo-se à teoria da salvação pelos méritos. Em 1517, Lutero publicou suas 95 teses, denunciando falsas seguranças dadas aos fiéis. Segundo diziam essas teses, só Deus poderia perdoar, e não o papa, e a única fonte de salvação da Igreja residia no Evangelho. Em torno dessa nova posição, iniciou-se na Alemanha um conflito entre dominicanos e agostinianos. Em 1520 o papa Leão X promulgou uma bula em que dava 60 dias para a execução da retratação de Lutero, que então queimou publicamente a bula papal, sendo excomungado. No entanto, Lutero recebera grande apoio e conquistara inúmeros adeptos da sua doutrina, como os humanistas, os nobres e os jovens estudantes. Consequentemente, uma revolta individual transformou-se num cisma geral. Na Alemanha as condições favoráveis à propagação do luteranismo se acentuaram devido à fraqueza do poder imperial, às ambições dos príncipes em relação aos bens da Igreja, às tensões sociais que opunham camponeses e senhores, e o nacionalismo, hostil às influências religiosas de Roma. O imperador do Sacro Império Romano-Germânico, Carlos V, tentou um acordo para tolerar o luteranismo onde já houvesse, mas pretendia impedir sua propagação. Cinco principados protestaram contra esta sanção, o que gerou o termo protestantismo. Sentindo a fragmentação cristã em seus domínios, Carlos V convocou a Dieta de Augsburg, visando conciliar protestantes e cristãos. Dada a impossibilidade de acordo, os príncipes católicos e o imperador acataram as condenações, na tentativa de eliminar o protestantismo luterano. Após anos de luta, em 1555, os protestantes venceram, e foi assinada a paz, que concedeu liberdade de religião no Santo Império. Lutero morreu em 1546, mas permaneceu como grande inspirador da Reforma. O movimento luterano abriu caminhos para rebeliões políticas e sociais, não previstas por Lutero. Em 1524 eclodiu a Revolta dos Camponeses, composta em sua maioria por membros de uma nova seita, os anabatistas. Extremamente agressivos e individualistas, levaram às concepções de Lutero sobre a livre interpretação da Bíblia e reclamavam a supressão da propriedade e a partilha das riquezas da Igreja. Embora sustentando a idéia de liberdade cristã, Lutero submetia-se a autoridades legítimas, recusando-se a apoiar os revoltosos. Condenou então as revoltas e incitou os nobres à repressão. Os camponeses foram vencidos e o protestantismo se expandiu apenas para os países escandinavos (Suécia, Noruega e Dinamarca), sendo instrumento de rebelião dos burgueses e comerciantes contra os senhores de terra, que eram nobres católicos.
Na França, o teólogo João Calvino posicionou-se com as obras protestantes e as idéias evangelistas, partindo da necessidade de dar à Reforma um corpo doutrinário lógico, eliminando todas as primeiras afirmações fundamentais de Lutero: a incapacidade do homem, a graça da salvação e o valor absoluto da fé. Calvino julgava Deus todo poderoso, estando a razão humana corrompida, incapaz de atingir a verdade. Segundo ele, o arrependimento não levaria o homem à salvação, pois este tinha natureza irremediavelmente pecadora. Formulou então a Teoria da Predestinação: Deus concedia a salvação a poucos eleitos, escolhidos por toda a eternidade. Nenhum homem poderia dizer com certeza se pertencia a este grupo, mas alguns fatores, entre os quais a obediência virtuosa, dar-lhe-iam esperança. Os protestantes franceses seguidores da doutrina calvinista eram chamados huguenotes, e se propagaram rapidamente pelo país. O calvinismo atingiu a Europa Central e Oriental. Calvino considerou o cristão livre de todas as proibições inexistentes em sua Escritura, o que tornava lícitas as práticas do capitalismo, determinando uma certa liberdade em relação à usura, enquanto Lutero, muito hostil ao capitalismo, considerava-o obra do demônio. Segundo Calvino, "Deus dispôs todas as coisas de modo a determinarem a sua própria vontade, chamando cada pessoa para sua vocação particular". Calvino morreu em Genebra, em 1564. Porém, mesmo após sua morte, as igrejas reformadas mantiveram-se em contínua expansão.
O Anglicanismo na Inglaterra
Na Inglaterra, o principal fato que desencadeou a Reforma religiosa foi a negação do papa Clemente VII a consentir a anulação do casamento do rei Henrique VIII com Catarina de Aragão, impedindo a consolidação da monarquia Tudor. Manipulando o clero, Henrique VIII atingiu seu objetivo: tornou-se chefe supremo da Igreja inglesa, anulou seu casamento e casou-se com Ana Bolena. A reação do papa foi imediata: excomungou o soberano e, em consequência, o Parlamento rompeu com Roma, dando ao rei o direito de governar a Igreja, de lutar contra as heresias e de excomungar. Consolidada a ruptura, Henrique VIII, através de seus conselheiros, organizou a Igreja na Inglaterra. Entretanto, a reforma de Henrique VIII constituiu mais uma alteração política do que doutrinária. As reais alterações teológicas surgiram no reinado de seu filho, Eduardo VI, que introduziu algumas modificações fortemente influenciadas pelo calvinismo. Foi no reinado de Elizabeth I, porém, que consolidou-se a Igreja Anglicana. A supremacia do Estado sobre a Igreja foi afirmada e Elizabeth I tornou-se chefe da Igreja Anglicana independente. A Reforma na Inglaterra representou uma necessidade de fortalecimento do Estado, na medida em que o rei transformou a religião numa via de dominação sobre seus súditos.
A Contra-Reforma
A reação oficial da Igreja contra a expansão do protestantismo ficou conhecida como Contra-Reforma. Em 1542, o papa Paulo III introduziu a Inquisição Romana, confiando aos dominicanos a função de impô-las aos Estados italianos. A nova instituição perseguiu todos aqueles que, através do humanismo ou das teologias luterana e calvinista, contrariavam o ortodoxia católica ou cometiam heresias. A Inquisição também foi aplicada em outros países, como Portugal e Espanha. Em 1545, a Igreja Católica tomou outra medida: uma comissão de reforma convocou o Concílio de Trento, desenvolvido em três fases principais, entre 1545 e 1563, fixou definitivamente o conteúdo da fé católica, praticamente reafirmando suas antigas doutrinas. Confirmou-se também o celibato clerical e sua hierarquia. Em 1559 criou-se ainda o Índice de Livros Proibidos, composto de uma lista de livros cuja leitura era proibida aos cristãos, por comprometer a fé e os costumes católicos.
quinta-feira, 1 de junho de 2006
O que é Literatura?
Em sentido amplo, Literatura é todo o texto que expressa uma idéia por meio de palavras. Nesse caso, qualquer texto é Literatura: um estudo de medicina, uma receita culinária, um texto de jornal, o comentário de um filme etc.
Em sentido mais restrito, Literatura é a arte do uso da palavra. Assim como a música se faz pela combinação de sons, a pintura se faz no jogo de cores e formas, a dança com movimentos ritmados, a Literatura é a arte feita com palavras de forma individual e criativa com a finalidade de causar uma emoção, um estranhamento, uma reflexão, capaz de nos tirar da sonolência dos nossos gestos rotineiros e levar-nos à apreensão de uma “realidade especial” que, sem a Literatura, não teríamos descoberto.
Soneto da Separação
De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfaz a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.
De repente, não mais que de repente
Fez-se do triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente.
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.
Obs: A Leitura é a sáida para a conscientização de todos os nossos traumas e sonhos, nos ensinando a viver conforme as nossas possibiliades, procurando sempre melhorar o ato de viver socialmente.
sábado, 27 de maio de 2006
Romantismo em Portugual
Folhas caídas, 1853 - Esta é a obra de Garrett mais de acordo com a estética do Romantismo. Nesses poemas, inspirados por sua paixão pela Viscondessa da Luz, casada, que lhe trouxe grandes infortúnios amorosos, Garrett finalmente se desliga de sua formação clássica e constrói versos simples, de inspiração nacional e folclórica. Veja o lirismo deste autor:
Barca Bela
Pescador da barca bela,
Onde vais pescar com ela,
Que é tão bela,
Ó pescador?
Não vês que a última estrela
No céu nublado se vela?
Colhe a vela
Ó pescador!
Deita o lanço com cautela,
Que a sereia canta bela...
Mas cautela,
Ó pescador!
Não se enrede a rede nela,
Que perdido é remo a vela
Só de vê-la,
Ó pescador!
Pescador da barca bela,
Inda é tempo foge dela,
Foge dela,
Ó pescador!
sexta-feira, 26 de maio de 2006
quarta-feira, 24 de maio de 2006
Este ensaio de Stuart Mill ressaltou que a liberdade do cidadão, quando o mesmocompreende o vocábulo "liberdade", é importantíssima para a construção de uma
sociedade mais justa.
O estado, a sociedade, a religião e a cultura de modo geral não deve interferir na individualidade, pois é o princípio intocável da liberdade.
O cidadão que compreende as barreiras do impedimento de sua liberdade e consegue reoganizar a sua vida sem os padrões cutlturais rígidos, promovendo um ajuste na comunidade em que vive.
Entender e tomar cuidado com as ideologias: PAIS, ESCOLA, RELIGIÃO E A SOCIEDADE. De um modo geral, a LIBERDADE é a compreensão de nossos limites.
É uma leitura prazerosa e que nos coloca num patamar de entendimento para não sermos tolidos pelos que se dizem entendedores e principalmente aqueles que usam o nome de Deus para conseguir manipular a liberdade.









