Em Coari:
DEPUTADO ESTADUAL:
LOBO: 7375 votos
MITOUSO: 7232 votos
RODRIGO: 5867 votos
ROMÃO: 222 votos
TOTAL:
LOBO: 11966 votos
RODRIGO: 9333 votos
MITOUSO: 8230 votos
segunda-feira, 2 de outubro de 2006
quarta-feira, 27 de setembro de 2006
Credibilidade
Costumo acordar cedo para minha leitura diária dos jornais da nossa região, com isso, tento entender os acontecimentos que me rodeiam. No entanto, estou perdido, pois cada jornal de destaque no Amazonas está tomando partido nestas eleições. Fica muito difícil confiar nos nossos meios de comunicação.
A credibilidade é difícil de conseguir e estes meios de comunicação não estão nem preocupados em conseguir e/ou mantê-la. Mais um discaso com a população que já se acostumou com tantas desconsiderações.
Há povinho insistente em viver, mesmo, em sua maioria, inconsciente dos acontecimentos que os rodeiam.
É difícil viver consciente neste mundo de inconscientes.
segunda-feira, 25 de setembro de 2006
Curiosidades: COARI III
Em 13 de maio de 1932, o então capitão da Força policial do Amazonas, Prefeito Alexandre Montoril, inaugurou a usina elétrica, que iluminou toda a cidade e um poço de água potável, com bomba a vapor, que segundo Anisio Jobim, abastecia todos os coarienses.
Leitura Obrigatória: Homero
A origem da literatura mundial está "no maior poeta da humanidade", que viveu há 850 anos antes de Cristo. Escreveu "Ilíada" e "Odisséia":
Ilíada: Tem como tema a lendária guerra de Tróia, que durou 10 anos. A obra destaca o heroísmo dos guerreiros gregos, especialmente o de Aquiles, com seu calcanhar frágil, o entusiasmo dos defensores e as artimanhas dos sitiantes, que culminou com a construção do famoso cavalo de tróia.
Odisséia: É uma sequência de Ilíada. Depois de encerrada a guerra de Tróia, um dos heróis, o guerreiro Ulisses, empreende a viagem de retorno à pátria, a ilha de Ítaca, da qual era rei. Esta viagem durou em torno de 10 anos e é toda desenvolvida no mar, onde encontra sereias, ninfas, monstros, etc...
A literatura nos trás à tona o meio em que vivemos, conhecendo o nosso passado para ingressarmos de uma maneira consciente em nosso futuro.
Fonte: Biblioteca Virtual do Amazonas - Estudo literário de João Batista Gomes.
sexta-feira, 22 de setembro de 2006
Curiosidades: COARI II
Os primeiros habitantes do município de Coari:
- Irijus
- Catauixis
- Jumas
- Jurimaus
- Passés
- Purus
- Solimões
- Uamaris
- Uaupés
Fonte: Panoramas Amazônicos: Coary - Anísio Jobim.
"Senhora"
José de Alencar retrata os costumes do Rio de Janeiro nos anos 1870... Mostra os preceitos morais da sociedade brasileira.
Escreve um romance realista numa época comandada pelos romances românticos.
Leia, é uma leitura muito agradável, pela simplicidade organizada da trama em que José de Alencar busca denunciar a hipocresia da alta sociedade da época.
quarta-feira, 20 de setembro de 2006
Curiosidades: COARI
Segundo La Condamine, sábio francês, o nome "solimões" teria sua origem do veneno solimão que os índios fabricavam e colocavam na ponta de suas flechas.
O historiador Rocha Pombo fala que solimões veio de Salomão ou Solimon, tribo que existia a oeste da Província do Pará.
Fonte: Panoramas Amazônicos; Coary - de Anisio Jobim.
O historiador Rocha Pombo fala que solimões veio de Salomão ou Solimon, tribo que existia a oeste da Província do Pará.
Fonte: Panoramas Amazônicos; Coary - de Anisio Jobim.
domingo, 17 de setembro de 2006
Vergonha
Em A Crítica deste domingo, 17/09/2006, saiu uma reportagem sobre as missões religiosas que continuam a catequizar os índios, desreispeitando as culturas indígenas.
Vem à tona a necessidade de se fiscalizar as igrejas e/ou religiões, suas ações e seus gastos, já que trabalha com o dinheiro do povo.
Em nome de Deus, líderes religiosos gastam o dinheiro arrecadado entre o povo da maneira que quizer, sendo julgado, quando se descobre falcatruas, pela própria igreja, que costuma encobrir seus defeitos para não cair em tentação na opinião pública.
Líderes religiosos andam de CARRÃO (não compra carro popular é com nojo), viajam para estudar nas melhores universidades do mundo e decidem o que fazer e quando fazer com o dinheiro da população.
Necessitamos fiscalizar pelos tribunais de contas, verificando o porquê dos gastos das igrejas.
Sabemos que existe gente ruim em todo canto, e na igreja e/ou religiões é o que mais se tem.
A igreja católica, por exemplo, é cheia de homosexuais em seu clero e no entanto, continuam a discriminar os homosexuais de todo o mundo.
As religiõs, assim como toda a sociedades, são compostas por sere humanos, conseqüentemente, têm os defeitos humanos.
O certo é "o caminhar junto com os fiéis" tentando e não se endeusando para melhor conseguir seus objetivos.
quinta-feira, 14 de setembro de 2006
O Sonho Acabou
Depois de uma briga acirrada entre os dirigentes do Partido Verde no Amazonas e da incompreensão de regras políticas, vai-se embora um sonho de um coariense em ser um representante na Assembléia Legislativa do Estado do Amazonas, pois os candidatos estão desistindo e com isso o partido não consiguirá o coeficiente necessário para disputar as vagas.
Acompanhei a vida do Wilsão, podem não acreditar, mas não era uma brincadeira, era um sonho realizável, sério e dentro de suas possibilidades.
Difícil compreender se é verdadeiro este sonho, visto não acreditarmos em políticos, mas era; e abandonar um sonho deste tamanho, com um prejuízo emocional e material incalculável, é problemático para todo um grupo de pessoas que acreditavam, uns por interesse, outros por convicção, nesta possibilidade.
Não tenho interesse em ser candidato e assumi esta função na Câmara para não deixar meu irmão cair nas garras de "inimigos" políticos que passaram estes dois anos entrando com processos na justiça. Defendi todos, ganhamos todos. Mostrei a licitação da reforma na Câmara em três instâncias da nossa justiça, não tinham mais o que reclamar, chegaram a roubar cópias dos nossos cheques, copiando o nosso programa. Pra mim que sou político convicto, mas não sou partidário, vou ter um pouco mais de calma, voltando aos meus estudos, que tanto gosto.
Fiquei triste com a forma de se fazer política nos meios políticos.
Implantamos a Gestão Participativa na Câmara, pois foi nesta área que fiz a minha pós-graduação com o tema "Gestão Participativa na Administração Pública", não conseguimos trazer o coariense para participar das ações da Câmara, mas conseguimos com os funcionários, que discutira seu próprio Plano de Cargos e Carreiras, incluindo nisto o salário.
Desculpem, mas estou colocando para fora...
domingo, 10 de setembro de 2006
Rio Preto da Eva

Nâo conseguir saber dos moradores a verdadeira história do nome da cidade, mas fiquei alegre pela recepçao que tivemos lá. Um tratamento com iguarias da nossa região. Um pequeno rio sendo explorado para o turismo de uma maneira sustentável.
Fiquei pensativo em verificar que o Rio Preto deles não se compara ao nosso lago de Coari.
Não sei porque, mas devemos tomar consciência de nosso potencial no ecoturismo e participarmos ativamente deste projeto, que pode ser uma solução viável na construção de novos empregos.
O tambaqui e o pacu fritos na hora, nos deixou até agora com água na boca.
Sentindo-me Mal
Resolvi assistir um documentário do canal National Geographic, onde se discute "O Código Da Vinci". Especialistas em todas as áreas ficam tentando explicar uma situação meio constrangedora para o Cristianismo.
Ao ver uma cena em que Jesus se beija na boca com a sua provável esposa Maria Madalena, fiquei constrangido, perplexo pela possibilidade de todos os ensinamentos dos meus pais, onde endeusaram Jesus Cristo e não se podia, em qualque hipótese, duvidar de tão verdadeiramente verdade absoluta. As pretensõe do autor foram conseguidas, vendeu toda a sua história, mas todo mundo que o está lendo fica procurando uma nova crença, sempre se proucura. por isso temos tantas dúvidas e brigamos por estas crenças.
Religião é cultura e toda cultura foi criada pela humanidade, querer mudar é perigoso e ao mesmo tempo válido. Devemos sempre olhar com atitude crítica...
quinta-feira, 31 de agosto de 2006
Ciranda III
4. Cosnciente da função do cristianismo, encheram a Amazônia de "Salvadores de Almas", desrespeitando consideravelmente a cultura do caboclo amazônico, tornando-os rebanhos calmos e lerdos, isto é, a Igreja Católica preparava a mão-de-obra escrava.
E a gente não ver o clero pedindo pelo menos desculpas pelas atrocidades causadas aos povos da Amazônia.
5o. O livro "Expressão Amazonense - do colonialismo ao neo-colonialismo" de Márcio Souza, tradua a preocupação da Ciranda de Manacapuru "Flor Matizada", preocupação com o futuro, coisa que não pensamos no ápice da borracha. Nos preocupamos em "copiar" a moda européia, viver o presente, esnobando o futuro. Faltou-nos capacidade de lanejarmos a extração do látex sustentável. Fomos inteiramente irresponsáveis com nossos filhos. O jeitinho brasileiro funcionando de novo....
fim.
terça-feira, 29 de agosto de 2006
CIRANDA II
Auto-avaliar o nosso passado para construir-mos um futuro melhor, nos remete a uma discussão calorosa e difícil de aceitar e oureconhecer nossos erros.
A relação entre criador (europeus) e a criatura (brasileiros) foi tremendamente assustadora:
A relação entre criador (europeus) e a criatura (brasileiros) foi tremendamente assustadora:
- Faz-se um estudo detalhado sobre a região amazônica com coleta de materiais, buscando sempre o enrriquecimento. Pelos menos, a coleta de dados da Amazônia trouxe uma ajuda a Charles Darwin na formulação da Teoria da Evolução das Espécies.
- A borracha passa a ser um artigo essencial na evolução da tecnologia e, consequentemente, os portugueses montam uma estratégia simples, mas funcional. Trás o nordestino para se juntar ao índio amazônico, iniciando o processo de aculuramento forçado.
- O caboclo (índio) se revolta com a situação de escravos em que estavam inseridos. Esta não aceitação provocou uma matança desenfreada, dizimando tribos inteiras, colocando o caboclo amazonense no topo da lista de animais extintos...
Ciranda flor Matizada
HEVEA BRASILIENSIS: UM CONTO AMAZÔNICO
A criatividade dos organizadores da ciranda "Flor Matizada" de Manacapuru nos proorciona uma reflexão no sentido de criarmos uma cultura tipicamente coariense em nosso festival.
Participamos dos bumbás Corre Campo e Rei Garantido, onde até os nomes foram copiados, tanto de Manaus quanto de Parintins. O boi bumbá não vingou, o seu ápice foi em 1993 com um repasse muito bom do governo municipal Odair.
Num segundo momento, implantamos as danças internacionais, onde coordenamos a Dança internacional Libanesa, que disputava com a "Cigana" e a "Dança Espanhola", não vingou como uma atração chamativa.
Hoje, vemos o crescimento da Ciranda.
Dentre estas tentativas, o Governo Municipal em toda a história, tem uma parcela de colaboração, por não ter investido com apoio financeiro e intelectual em um festival que cultue a criatividade nascida no berço de Coari.
Uma solução viável, é o apoio das quadrilhas luxos...
A criatividade dos organizadores da ciranda "Flor Matizada" de Manacapuru nos proorciona uma reflexão no sentido de criarmos uma cultura tipicamente coariense em nosso festival.
Participamos dos bumbás Corre Campo e Rei Garantido, onde até os nomes foram copiados, tanto de Manaus quanto de Parintins. O boi bumbá não vingou, o seu ápice foi em 1993 com um repasse muito bom do governo municipal Odair.
Num segundo momento, implantamos as danças internacionais, onde coordenamos a Dança internacional Libanesa, que disputava com a "Cigana" e a "Dança Espanhola", não vingou como uma atração chamativa.
Hoje, vemos o crescimento da Ciranda.
Dentre estas tentativas, o Governo Municipal em toda a história, tem uma parcela de colaboração, por não ter investido com apoio financeiro e intelectual em um festival que cultue a criatividade nascida no berço de Coari.
Uma solução viável, é o apoio das quadrilhas luxos...
sábado, 15 de julho de 2006
João Cabral de Melo Neto
Tenho tentado descobrir textos que toquem tanto a razão quanto o sentimento, impulsionando-nos à reflexão. A arte da palavra sendo bonita e inteligente.
Neste Fragmento de “Morte e Vida Severina”, João Cabral mostra o funeral de um lavrador e sua ligação com a terra, fazendo uma crítica social, o nordestino sendo consumido para o nada...
Funeral do Lavrador
_ Essa cova em que estás,
com palmos medida,
é a conta menor
que tiraste em vida.
_ É de bom tamanho,
nem largo nem fundo,
é a parte que te cabe
deste latifúndio.
_ Não é cova grande,
é cova medida,
é a terra que querias
ver dividida.
_ É uma cova grande
para teu pouco defunto,
mas estarás mais ancho
que estavas no mundo.
_ É uma cova grande
para teu defunto parco,
porém mais que no mundo
te sentirás largo.
_ É uma cova grande
para tua carne pouca,
mas a terra dada
não se abre a boca.
_ Viverás, e para sempre,
na terra que aqui aforas:
e terás enfim tua roça.
_ Aí ficarás para sempre,
livre do sol e da chuva,
criando tuas saúvas.
_ Agora trabalharás
só para ti, não a meias,
como antes em terra alheia.
_ Trabalharás, uma terra
da qual, além de senhor,
serás homem de eito e trator.
_ Trabalhando nessa terra,
tu sozinho tudo empreitas:
serás semente, adubo e colheita.
_ Trabalharás numa terra
que também te abriga e te veste:
embora com o brim do nordeste.
_ Será de terra
tua derradeira camisa:
te veste, como nunca em vida.
_ Será de terra
e tua melhor camisa:
te veste e ninguém cobiça.
_ Terás de terra
completo agora o teu fato:
e pela primeira vez, sapato.
_ Como és homem,
a terra te dará chapéu:
fosses mulher, xale ou véu.
_ Tua roupa melhor
será de terra e não de fazenda:
não se rasga nem remenda.
_ Tua roupa melhor
e te ficará bem cingida:
como roupa feita à medida.
_ Esse chão te é bem conhecido
(bebeu teu suor vendido).
_ Esse chão te é bem conhecido
(bebeu o moço antigo).
_ Esse chão te é bem conhecido
(bebeu tua força de marido).
_ Desse chão és bem conhecido
(através de parentes e amigos).
_ Desse chão és bem conhecido
(vive com tua mulher, teus filhos).
_ Desse chão és bem conhecido
(te espera de recém-nascido).
Morte e Vida Severina - fragmento
Neste Fragmento de “Morte e Vida Severina”, João Cabral mostra o funeral de um lavrador e sua ligação com a terra, fazendo uma crítica social, o nordestino sendo consumido para o nada...
Funeral do Lavrador
_ Essa cova em que estás,
com palmos medida,
é a conta menor
que tiraste em vida.
_ É de bom tamanho,
nem largo nem fundo,
é a parte que te cabe
deste latifúndio.
_ Não é cova grande,
é cova medida,
é a terra que querias
ver dividida.
_ É uma cova grande
para teu pouco defunto,
mas estarás mais ancho
que estavas no mundo.
_ É uma cova grande
para teu defunto parco,
porém mais que no mundo
te sentirás largo.
_ É uma cova grande
para tua carne pouca,
mas a terra dada
não se abre a boca.
_ Viverás, e para sempre,
na terra que aqui aforas:
e terás enfim tua roça.
_ Aí ficarás para sempre,
livre do sol e da chuva,
criando tuas saúvas.
_ Agora trabalharás
só para ti, não a meias,
como antes em terra alheia.
_ Trabalharás, uma terra
da qual, além de senhor,
serás homem de eito e trator.
_ Trabalhando nessa terra,
tu sozinho tudo empreitas:
serás semente, adubo e colheita.
_ Trabalharás numa terra
que também te abriga e te veste:
embora com o brim do nordeste.
_ Será de terra
tua derradeira camisa:
te veste, como nunca em vida.
_ Será de terra
e tua melhor camisa:
te veste e ninguém cobiça.
_ Terás de terra
completo agora o teu fato:
e pela primeira vez, sapato.
_ Como és homem,
a terra te dará chapéu:
fosses mulher, xale ou véu.
_ Tua roupa melhor
será de terra e não de fazenda:
não se rasga nem remenda.
_ Tua roupa melhor
e te ficará bem cingida:
como roupa feita à medida.
_ Esse chão te é bem conhecido
(bebeu teu suor vendido).
_ Esse chão te é bem conhecido
(bebeu o moço antigo).
_ Esse chão te é bem conhecido
(bebeu tua força de marido).
_ Desse chão és bem conhecido
(através de parentes e amigos).
_ Desse chão és bem conhecido
(vive com tua mulher, teus filhos).
_ Desse chão és bem conhecido
(te espera de recém-nascido).
Morte e Vida Severina - fragmento
quinta-feira, 13 de julho de 2006
Parabéns
A evolução do município de Coari não tem limites...
O www.paroquiacoari.com.br traduz esta nova realidade, provocando em mim um sentimento de saudades dos meus pais que tanto prezavam esta paróquia, cada um a seu modo...
parabéns pelo site. Que pena que o acesso a internet ainda não chegou em todos os lares coarienses e principalmente em nosso interior...
Mas, continuem, pois vai chegar...
As pessoas, como vocês, continuam a respeitar as suas tradições religiosas.
PARABÉNS...
domingo, 2 de julho de 2006
Felicidade e Infelicidade
Fernando Pessoa, poeta português, que participou da implantação do Modernismo em Portugal, nos fala que é preciso ser natural e calmo na felicidade e na infelicidade, que devemos conhecer a infelicidade para podermos entender a realidade em que estamos submetidos.
Se eu pudesse trincar a terra toda
E sentir-lhe um paladar,
Seria mais feliz um momento...
Mas eu nem sempre quero ser feliz.
É preciso se de ver em quando infeliz
Para se poder ser natural...
Nem tudo é dias de sol,
E a chuva, quando falta muito, pede-se.
Por isso tomo a infelicidade com a felicidade
Naturalmente, como quem não estranha
Que haja montanhas e planícies
E que haja rochedos e erva...
O que é preciso é ser-se natural e calmo
Na felicidade ou na infelicidade,
Sentir como quem olha,
Pensar como quem anda,
E quando se vai morrer, lembrar-se de que o dia morre,
E que o poente é belo e é bela a noite que fica...
Assim é e assim seja...
Se eu pudesse trincar a terra toda
E sentir-lhe um paladar,
Seria mais feliz um momento...
Mas eu nem sempre quero ser feliz.
É preciso se de ver em quando infeliz
Para se poder ser natural...
Nem tudo é dias de sol,
E a chuva, quando falta muito, pede-se.
Por isso tomo a infelicidade com a felicidade
Naturalmente, como quem não estranha
Que haja montanhas e planícies
E que haja rochedos e erva...
O que é preciso é ser-se natural e calmo
Na felicidade ou na infelicidade,
Sentir como quem olha,
Pensar como quem anda,
E quando se vai morrer, lembrar-se de que o dia morre,
E que o poente é belo e é bela a noite que fica...
Assim é e assim seja...
sexta-feira, 30 de junho de 2006
Nietzsche´s Labyrinth
1ª. Parte
Logo no prefácio de seu livro, Nietzsche argumenta que a sua idéia provavelmente não será compreendida em seu tempo: “Alguns homens nascem póstumos”.
O tema que discorre é, numa sociedade cristã, difícil, não para ser aceito e sim e principalmente para ser discutido, pela nossa incoerência. Faz uma alusão aos Hiperbóreos, povo que segundo a crença grega, vivia em permanente felicidade, que nunca guerreava, adoecia ou envelhecia. No entanto, o povo europeu conheceu o cristianismo, com a referida promessa de um mundo parecido com o dos Hiperbóreos, tornando-se, conforme os ensinamentos, “A compaixão posta em prática em nome dos malogrados e dos fracos – o cristianismo...”.
Em sua proposição, o homem moderno perdeu a essência da luta pela vida, a busca do conhecimento para o bem-estar da humanidade e se transformou “num animal doméstico, o animal de rebanho, a doentia besta humana: o cristão...”
O tema que discorre é, numa sociedade cristã, difícil, não para ser aceito e sim e principalmente para ser discutido, pela nossa incoerência. Faz uma alusão aos Hiperbóreos, povo que segundo a crença grega, vivia em permanente felicidade, que nunca guerreava, adoecia ou envelhecia. No entanto, o povo europeu conheceu o cristianismo, com a referida promessa de um mundo parecido com o dos Hiperbóreos, tornando-se, conforme os ensinamentos, “A compaixão posta em prática em nome dos malogrados e dos fracos – o cristianismo...”.
Em sua proposição, o homem moderno perdeu a essência da luta pela vida, a busca do conhecimento para o bem-estar da humanidade e se transformou “num animal doméstico, o animal de rebanho, a doentia besta humana: o cristão...”
domingo, 18 de junho de 2006
Assinar:
Postagens (Atom)



