
sábado, 9 de dezembro de 2006
Processo Legislativo III

sexta-feira, 8 de dezembro de 2006
Processo Legislativo II

Revendo as leis aprovadas pela Câmara Muncipal de Coari em 2.006, encontrei a Lei nº 468/2006 de 20 de abril do corrente mês, que dispões sobre a criação dos gestores de bairros do município de Coari-AM.
Com esta lei, entramos num retrocesso administrativo, pois o antigo Presidente de Bairro era eleito pelos moradores da comunidade, enquanto nesta nova lei, serão "eleitos" pelo Prefeito Municipal. Com isso, além de termos criado mais um cabide de empregos, ainda os colocamos à disposição dos poderosos que irão ampliar sua rede de "amigos" para a preparação da próxima eleição. Num total são 15 cabos eleitorais pagos pela prefeitura para "ajudar" na nova administração e se coligarem ampliando o poder de destruição de uma guerra declarada no período eleitoreiro.
quinta-feira, 7 de dezembro de 2006
Homossexualismo
Mas o que é "normal"? A palavra "normal" vem de "norma", "regra". E o que são normas e regras? São apenas aquilo que uma sociedade determina como sendo o comportamento comumente aceito naquele momento, naquele lugar. Com relação a todas as "normalidades" descritas acima, hoje é comumente aceito que aquilo estava errado, e ninguém questiona mais o direito do canhoto, da mulher ou do negro.
Atualmente determinados setores conservadores religiosos vêm a público para dizer que ser homossexual não é "normal". Baseados em quê dizem isso? Baseados em manuscritos com quase 3.000 anos de idade, escritos em uma época que absolutamente nada se sabia sobre genética e psicologia, uma época em que era imperativo ter o máximo de filhos possíveis para povoar uma terra antes que outros povos o fizesse. As circunstâncias daquele tempo eram totalmente diferentes do ambiente que enfrentamos hoje, e precisamos rever os nossos conceitos.
Em primeiro lugar, há pesquisas indicando que a proporção de indivíduos homossexuais em qualquer sociedade estudada e em qualquer época é sempre constante (entre 5 e 10%), não importando se reprimido ou tolerado. Também se sabe que a teoria de que determinadas circunstâncias desencadeavam a homossexualidade, como mãe dominadora e pai, ou ausente, ou muito violento, já caiu por terra há 30 anos. A psiquiatria deixou de considerar a homossexualidade como um distúrbio mental há várias décadas.
Parece que está na hora das pessoas comuns saberem mais sobre o assunto. Está na hora do assunto ser tratado mais abertamente pela mídia. Afinal, qual a origem da homossexualidade? Tem que ser algo muito forte, se acontece apesar da repressão e do preconceito, e não se pode dizer que é mau exemplo, pois praticamente todo homossexual foi criado e educado por pais heterossexuais.
Há muitas pesquisas recentes, inclusive no campo da genética, que lançam alguma luz sobre o assunto, e que ajudariam as pessoas a compreender que a homossexualidade não é uma escolha propriamente dita, mas algo que a pessoa simplesmente é".
Processo Legislativo

No dia 13 de dezembro estará acontecendo as eleições na Câmara Municipal de Coari para a escolha de uma nova mesa diretora.
A Lei Orgânica do Municipio de Coari fala que a eleição deve acontecer na última reunião do biênio, com isso, vamos ver a apresentação de uma nova mesa. Esperamos que a nova administração consiga interagir com a população, fornecendo e recebendo informações que engrandeçam tanto aos vereadores quanto à população.
As mudanças nos trazem medo, mas também esperanças para melhorarmos o convívio social, participando com consciência e cidadania.
Conhecendo as leis, saberemos os nossos deveres e direitos e talvez num futuro próximo, consigamos mudar a nossa realidade.
quarta-feira, 6 de dezembro de 2006
Estar Fiscal

Parágrafo único. Na pendência da consulta, não se lavrará auto de infração, nem se agravará a situação do consulente.
terça-feira, 5 de dezembro de 2006
Um Leso Coariense
segunda-feira, 4 de dezembro de 2006
Natal
Em Coari aconteceu o Auto de Natal, com uma apresentação linda do coral do município. Mas o que é realmente o natal, pensando nisto tirei um pequeno trecho do wikipédia:É um acontecimento religioso e socialmente muito importante para as religiões cristãs, juntamente com a Páscoa. Após a celebração anual da Páscoa, a comemoração mais venerável para a Igreja é o Natal do Senhor e suas primeiras manifestações. É encarado universalmente como o dia consagrado à reunião da familia, à paz, a fraternidade e solidariedade ente os homens".
Foi por isso que, segundo certos eruditos, o dia 25 de Dezembro foi adoptado para que que a data coincidisse com a festividade romana dedicada ao "nascimento do deus Sol invencível", que comemorava o Solstício do Inverno. No mundo romano, a Saturnália, festividade em honra ao deus Saturno, era comemorada em 17 a 22 de Dezembro, era um período de alegria e troca de presentes. O dia 25 de Dezembro era tido também como o do nascimento do misterioso deus persa Mitra, o Sol da Virtude.
Assim, em vez de proibir as festividades pagãs, forneceu-lhes simbolismos cristãos e um nova linguagem cristã. As alusões dos padres da igreja ao simbolismo de Cristo como "o Sol de justiça" (Malaquias 4:2) e a "luz do mundo" (João 8:12) expressam o sincretismo religioso.
As evidências confirmam que num esforço de converter pagãos, os líderes religiosos adotaram a festa que era celebrada pelos romanos, "nascimento do deus Sol invencível" (Natalis Invistis Solis) e tentaram fazê-la parecer “cristã”.
Há muito tempo se sabe que o Natal tem raízes pagãs. Por causa de sua origem não-bíblica, no século 17 essa festividade foi proibida na Inglaterra e em algumas colônias americanas. Quem ficasse em casa e não fosse trabalhar no dia de Natal era multado. Mas os velhos costumes logo voltaram, e alguns novos foram acrescentados. O Natal voltou a ser um grande feriado religioso, e ainda é em muitos países".
domingo, 3 de dezembro de 2006
A realização de um sonho

O lançamento do CD do Jean Luis Cavalcante Caxeixa no Xamego Dela, ontem, sábado, dia 2 de dezembro, foi a realização de um sonho. Sentimentos e Canções, tema do CD, evoca na verdade, o trabalho de um garoto coariense e sua vontade de cantar e tocar.
Parceiro do SEM FIM nas tardes de domingo, no antigo Paquera - na frente da Escola Thomé, na Chagas - hoje toca para ajudar no orçamento, por sinal, toca e canta no Carrefour toda sexta-feira e está ficando cada dia melhor, se aperfeiçoando mais.
A vida é difícil para sobrevivermos, imagine para realizar um sonho.
A minha alegria é ver, não um parente, e sim um coariense tentando realizar suas atrevidas pretençoes, num mundo em que a igualdade não tem como sinônimo "igualdade", interessante né.
A participação popular foi pequena, não sei se pela chuva - culturalmente em Coari, quando chove ninguém sai de casa, nem aula tem - ou do ritmo que não é para os jovens - ele canta estilo bolero. Mas vi e pasmei quando olhei casais conhecidos meus que não sai para a noite, dançando com uma animação extravagante. Que o diga o Sr. Amorim, que incançavelmente dançou a noite inteira.
Parabéns Jean pela coragem de proucurar realizar seus objetivos.
sábado, 2 de dezembro de 2006
É sobre Coari
sexta-feira, 1 de dezembro de 2006
Swing do Futuro
No meio da noite o casal é acordado por um disco voador que pousa em seu quintal. Um casal de marcianos desce da nave e, passado o susto, inicial, os quatro começam a conversar amigavelmente e logo estão sentados no sofá tomando um uísque. Uma dose aqui, outra ali, daqui a pouco todo mundo estava muito alto e eles resolvem fazer uma troca de casais. Ansiosa por uma aventura extra-conjugal, a mulher se tranca no quarto e rapidamente tira a roupa do seu parceiro. Mas qual não foi a sua decepção ao ver o órgão sexual do marciano, devia ter no máximo uns cinco centímetros. Ao perceber o tom de decepção no rosto da parceira, imediatamente o marciano torceu uma de suas orelhas e seu orgão dobrou de tamanho, uma nova torcida, e o negócio ficou enorme. Na manhã seguinte, não cabendo em si de tanta satisfação, a mulher vira-se para o marido e pergunta:quinta-feira, 30 de novembro de 2006
Tributos

Acompanhando as notícias dos Impostos dos Serviços de Qualquer Natureza repassados com a construção do gasoduto Coari-Manaus, os municípios contemplados deveriam expor com a população a melhor maneira de investir este dinheiro.
O João Plenário (personagem do programa A Praça é Nossa) tem tantos e tantos projetos que nem ele entende e o que mais se fala no Brasil é sobre projetos. Será que o planejamento sem a participação de quem vai usufruir (em tese) vai dar certo?
Claro que não.
Não adianta mandar os caboclos plantarem algo estranho numa terra que conhecem como a palma de suas mãos, sem enganjar o conhecimento deles, com o dos técnicos formados em banco de escola.
Gestão Participativa é a possibilidade de juntar o planejador com o executor. Talvez assim, caminhando juntos, o projeto dê certo, com isso o tributo será bem investido.
Agora, forçar os governantes a praticarem estas discussões talvez seja necessário.
segunda-feira, 27 de novembro de 2006
Folclore Coariense
As crianças em Coari eram "educadas" à obediência aos pais pelo fator medo. Assim para não ficarem muito tempo na rua, eram relembradas da existência de pessoas que "viravam" bichos.Havia um homem no alto do bode que virava bode e uma mulher na Rua Gonçalves Ledo que virava porca. No dia em que eles estavam virando bichos, criança nenhuma ficava na rua. O medo era maior do que a vontade de brincar.
Dos que viravam bicho, a mais importante era a mulher que virava porca.
Quando a senhora da Gonçalves Ledo discutia com seus familiares, já se sabia que neste dia ela virava porca. As crianças eram alertadas a saírem da rua. O medo as levava para casa e enquanto a situação não se normalizasse, não voltavam para as brincadeiras na rua.
A história era tão "verdadeira", que houve um dia a porca foi ferida por um senhor que lhe acertou com um punhal na coxa. No outro dia, a "porca", já retornada a situação de gente, amanheceu com um enorme curativo na bunda.
Fonte: Edilson Matos Cavalcante.
domingo, 26 de novembro de 2006
História

sábado, 25 de novembro de 2006
Orquestra de Coari

Conforme informações de uma funcionária da Secretaria de Cultura que estava atendendo no próprio local da apresentação, na quadra da praça da catebral, no centro do Município de Coari.
As informações não foram bem dadas aos visitantes. A funcionária foi muito educada, mas os seus "chefes" não as informaram de uma maneira melhor, coisas de administração centralizadora, onde poucos querem levar o mérito. Isto acontece muito no serviço público, pois o funcionário e/ou secretário pensa em manipular informções para não ser substituído.
quinta-feira, 23 de novembro de 2006
Merenda
Todo dia de aula, meu pai nos dava dinheiro para merendar na hora do recreio, quando estudávamos na Escola Estadual Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. O valor, no início, não lembro bem, mas dava para comprar um totó e um pão doce. Era delicioso demais.Quando cresci um pouco mais, nosso pai aumentou a merenda, que agora dava para merendar no seu Bebé, um sonho de pastelão, desejado por muitos alunos que não podiam comprar. E bote desejo nisso.
O que mais marcou foi à compreensão do Nego (nome carinhoso do papai) que sabendo do vício de fumar do Wilsão - o papai nunca fumou e odiava este vício - dava o dinheiro da merenda no mesmo valor da carteira de cigarros, isto é, o Wilsão ganhava para merendar um pouco a mais do que eu.
Saudades da compreensão dos meus pais, que não tiveram estudos, mas aprenderam com a vida, pois criaram além dos 11 filhos, toda a família tanto por parte do papai como por parte da mamãe.
quarta-feira, 22 de novembro de 2006
Copa dos Rios

terça-feira, 21 de novembro de 2006
Nova forma de propaganda.
segunda-feira, 20 de novembro de 2006
Centralização

sexta-feira, 17 de novembro de 2006
TOM CLEBER

Coariense é conhecido nos shows como um povo que não participa incentivando os artistas.
Na última terça-feira, dia 14 do corrente mês, aconteceu um show espetacular que nem os organizadores tinham idéia do tamanho da lotação, visto a cerveja ter acabado cedo, e cerveja quente é sinônimo de bar vazio e o Xamego Dela continuou lotado.
A noite correu tranquila, apareceu alguns mal educados que ficavam na frente das mesas. No restante, o show aconteceu dentro da maior paz e animação, como esperado de um povo educado e participativo.
Mesmo sem expressão corporal de símbolos sexuais das novelas globais, chamava a atenção pela voz, como esperávamos. Pagamos para ouvir/ver um cantor de verdade.
Num certo momento, olhei para trás e vi o Xamego Dela todo tomado por cantores que aplaudiam em pé o Tm Cleber.
Coari participou do show.
O cara canta muito.





